Eclesiastes 3:12 - " Sei que nada há melhor para o homem do que regozijar-se e levar a vida regalada".
A maior preocupação da humanidade sempre esteve envolvida na busca de respostas quanto ao real sentido da vida, seja esta uma concepção filósofica ou científica.
Alguns defensores dirão que alguns sentimentos tais como: amor, paz, alegria, satisfação e bom humor podem nos orientar nos caminhos destas respostas. Talvez do ponto de vista natural, versado apenas nos esforços e manifestações meramente humanas estes sejam elementos que nos possibilitem estar de bem com a vida, todavia, não explica seu verdadeiro sentido.
Esse raciocínio ainda é muito amplo.
Entendo que a resposta ideal encontra-se em algo muito menor, simples e próximo a nossa realidade diária.
Particularmente definiria o sentido real da vida quando em pequenos milagres vejo que não estou sozinho no meio de um universo.
Ter amigos, poder andar de cabeça erguida, olhar nos olhos, falar a verdade, viver de forma íntegra, praticar a justiça, acreditar na existência de um Deus que é maior que os homens, que a natureza e os anjos, receber o sangue de Cristo como pagamento pelas nossas falhas, deixar o egoísmo e egocentrismo e viver cada dia intensamente me motiva a escrever que vale a pena viver.
Qualquer coisa não serve! Devemos desfrutar do melhor.
Isso não se vincula ao que temos, mas até mesmo como encaramos os problemas. Não importam as posses, importa de verdade como levamos e tocamos a vida.
Quando nas pequenas coisas conseguirmos tirar proveito e motivação para entender que viver é desfrutar de uma grande aventura aonde apenas os ousados e atrevidos poderão inovar e ser positivos e proativos no show da vida muitas coisas passarão ter mais sentido.
Não fomos feitos apenas para um fim específico ou resultado, fomos dotados de influência no meio. Por isso o dia mais importante no sentido da vida é chamado hoje.
Então aproveite a vida!
terça-feira, 2 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Apenas uma orelha?
Lucas 22:50 - " E um deles feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita."
Diante de uma frase que liberei durante uma pregação, meu pensamento foi remetido ao texto que conta-nos sobre a passagem de Jesus prestes a ser preso por seus perseguidores.
Presente estava Jesus, seus discípulos e em meio aos perseguidores um homem chamado Malco o servo do sumo sacerdote.
A frase que fiz menção dizia: “Não importa o tamanho do milagre, o que importa é o tamanho do impacto causado por ele”. Daí surge à correlação que vou fazer neste momento.
Aparentemente este era mais um dos milagres que Jesus vinha fazendo em todo e qualquer lugar que passava, afinal Jesus precisava dar uma aula para os meninos da escola de milagres. O segredo estava escondido não no dono do Poder (Jesus) e nem nos seus aprendizes, mas em um ilustre desconhecido rapaz chamado Malco.
Segundo a bíblia, Malco era um jovem servo do sumo sacerdote, ou seja, segundo os ensinamentos, este rapaz era um discípulo da escola sacerdotal que aguardava o momento certo para iniciar sua carreira como sacerdote caso a sorte recaísse sobre ele na hora da escolha dos novos sacerdotes.
Uma vez que a ansiedade era forte, o moço tinha que se aplicar muito aos estudos sacerdotais, mostrar-se muito aplicado, dedicado e submisso ao sacerdote de sua ordem e acima de tudo tinha que ser dotado de uma perfeição física invejável, pois certamente não poderia se apresentar nos Santo dos Santos com algum tipo de deformidade e anomalia em face de que Deus o repudiaria, caso houvesse necessidade.
Chegado o dia de sua ordenação sacerdotal era doutrinário que depois de derramado o sangue de um cordeiro era necessário marcar a ponta do polegar do pé direito indicando que os pés deste sacerdote andariam apenas nos caminhos do Senhor, no polegar da mão direita indicando a positividade do sacerdote em cumprir toda a lei e por fim marcar a ponta da orelha direita indicando que o sacerdote ouviria apenas a voz do seu Deus. Mas espere um pouco! No caso de Malco que estando na perseguição de Jesus e com isso perde a sua orelha por causa de um golpe de espada causado por Pedro, o que fazer?
Exatamente como podemos imaginar. Seus sonhos não se realizariam.
Parece mesmo que Jesus estava fazendo mais um de seus milagres, mas desta vez não. Ele estava nos ensinando que: “Não importa o tamanho do milagre, o que importa é o tamanho do impacto causado por ele”.
Isso demonstra o amor de Jesus pelas pessoas e que Ele é o maior realizador de sonhos do universo e que cada detalhe em nossas vidas é altamente levado a sério por Ele.
A bíblia não mente.Entregar o caminho ao Senhor e o confiar Nele certamente trás as demais coisas, ou seja, nossos sonhos se concretizam.
Hoje, diga ao Senhor quais são os seus maiores sonhos e tenho certeza que cada um Deles vinculados a Deus hão de se realizar em nossas vidas.
Deus nunca poderá culpado de nossos sonhos não se realizarem a parte Dele será feita.
Façamos a nossa, 2010 é ano de sonhar alto!
Presente estava Jesus, seus discípulos e em meio aos perseguidores um homem chamado Malco o servo do sumo sacerdote.
A frase que fiz menção dizia: “Não importa o tamanho do milagre, o que importa é o tamanho do impacto causado por ele”. Daí surge à correlação que vou fazer neste momento.
Aparentemente este era mais um dos milagres que Jesus vinha fazendo em todo e qualquer lugar que passava, afinal Jesus precisava dar uma aula para os meninos da escola de milagres. O segredo estava escondido não no dono do Poder (Jesus) e nem nos seus aprendizes, mas em um ilustre desconhecido rapaz chamado Malco.
Segundo a bíblia, Malco era um jovem servo do sumo sacerdote, ou seja, segundo os ensinamentos, este rapaz era um discípulo da escola sacerdotal que aguardava o momento certo para iniciar sua carreira como sacerdote caso a sorte recaísse sobre ele na hora da escolha dos novos sacerdotes.
Uma vez que a ansiedade era forte, o moço tinha que se aplicar muito aos estudos sacerdotais, mostrar-se muito aplicado, dedicado e submisso ao sacerdote de sua ordem e acima de tudo tinha que ser dotado de uma perfeição física invejável, pois certamente não poderia se apresentar nos Santo dos Santos com algum tipo de deformidade e anomalia em face de que Deus o repudiaria, caso houvesse necessidade.
Chegado o dia de sua ordenação sacerdotal era doutrinário que depois de derramado o sangue de um cordeiro era necessário marcar a ponta do polegar do pé direito indicando que os pés deste sacerdote andariam apenas nos caminhos do Senhor, no polegar da mão direita indicando a positividade do sacerdote em cumprir toda a lei e por fim marcar a ponta da orelha direita indicando que o sacerdote ouviria apenas a voz do seu Deus. Mas espere um pouco! No caso de Malco que estando na perseguição de Jesus e com isso perde a sua orelha por causa de um golpe de espada causado por Pedro, o que fazer?
Exatamente como podemos imaginar. Seus sonhos não se realizariam.
Parece mesmo que Jesus estava fazendo mais um de seus milagres, mas desta vez não. Ele estava nos ensinando que: “Não importa o tamanho do milagre, o que importa é o tamanho do impacto causado por ele”.
Isso demonstra o amor de Jesus pelas pessoas e que Ele é o maior realizador de sonhos do universo e que cada detalhe em nossas vidas é altamente levado a sério por Ele.
A bíblia não mente.Entregar o caminho ao Senhor e o confiar Nele certamente trás as demais coisas, ou seja, nossos sonhos se concretizam.
Hoje, diga ao Senhor quais são os seus maiores sonhos e tenho certeza que cada um Deles vinculados a Deus hão de se realizar em nossas vidas.
Deus nunca poderá culpado de nossos sonhos não se realizarem a parte Dele será feita.
Façamos a nossa, 2010 é ano de sonhar alto!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Meu amigo zimbro

I Reis 19:5 - " Deitou-se e dormiu debaixo de um zimbro..."
Ao ler sobre a história do profeta Elias acabei por adentrar em uma aventura no qual parecia que estava visualizando momentos em que eu mesmo já experimentei em minha caminhada cristã.
Nas linhas da bíblia pude analisar um Elias que soube o que foi viver no mais alto grau da honra quando por intermédio de Deus venceu 852 pessoas sozinho, ou seja, colocou 850 profetas para correr e ainda colocou o rei Acabe e sua esposa Jezabel de joelhos diante do Deus que respondeu sua oração com fogo.
É a partir do ápice de sua conquista que seu "amigo zimbro" entra na história.
Atemorizado pelas fortes ameaças daquele casal contra sua própria vida, Elias resolve fugir para o deserto saindo assim dos focos dos holofotes que a vida sempre proporciona aos vencedores.
Neste momento o profeta passa de vencedor a foragido.
O medo, a angústia, a pressão e depressão o levaram para debaixo desta árvore que em nossos tempos poucos conhecem.
Foi neste detalhe que adentrei ainda mais como se personagem fosse de uma história tão parecida como a deste profeta. Ao ler e reler tentei entender o que fazia no deserto um vegetal com um nome diferente e tão distante de nossa realidade e também a razão pela qual a bíblia fez questão de lembrar-se do nome dela.Pensando na possibilidade de que o zimbro poderia ter oferecido tão somente um refresco através da sombra de sua copa acabei me enganado e ao mesmo tempo me surpreendendo com tamanho o cuidado de Deus com aqueles que Ele ama.
Descobri que esta árvore por muito tempo tem sido utilizada na fabricação de anti-séptico o que significa buscar elementos para a medicina fitoterápica que possa ajudar na cicatrização de feridas e pisaduras.
Quantos de nós quando passamos por momentos de solidão, fraqueza e medo tomamos a iniciativa de correr na busca de amigos que possam nos ajudar ou ao menos dar-nos uma palavra de conforto.
Chorando, com medo, agoniado, sozinho. Não importa! Eu quero um amigo zimbro. Se naquele momento Deus estava dando a oportunidade de Elias cicatrizar as feridas da ingratgidão assim não será diferente em nosso tempo.
Peço a Deus que sempre tenhamos um zimbro em nosso caminho. Não sei se em pessoas ou lugares que nos ajudem a cicatrizar feridas causadas por esta vida . Mas uma coisa é certa: Deus nos ama tanto que sempre nos dará o recurso certo para o momento adequado nos levando a entender que mesmo no deserto nada é por acaso.
Ao ler sobre a história do profeta Elias acabei por adentrar em uma aventura no qual parecia que estava visualizando momentos em que eu mesmo já experimentei em minha caminhada cristã.
Nas linhas da bíblia pude analisar um Elias que soube o que foi viver no mais alto grau da honra quando por intermédio de Deus venceu 852 pessoas sozinho, ou seja, colocou 850 profetas para correr e ainda colocou o rei Acabe e sua esposa Jezabel de joelhos diante do Deus que respondeu sua oração com fogo.
É a partir do ápice de sua conquista que seu "amigo zimbro" entra na história.
Atemorizado pelas fortes ameaças daquele casal contra sua própria vida, Elias resolve fugir para o deserto saindo assim dos focos dos holofotes que a vida sempre proporciona aos vencedores.
Neste momento o profeta passa de vencedor a foragido.
O medo, a angústia, a pressão e depressão o levaram para debaixo desta árvore que em nossos tempos poucos conhecem.
Foi neste detalhe que adentrei ainda mais como se personagem fosse de uma história tão parecida como a deste profeta. Ao ler e reler tentei entender o que fazia no deserto um vegetal com um nome diferente e tão distante de nossa realidade e também a razão pela qual a bíblia fez questão de lembrar-se do nome dela.Pensando na possibilidade de que o zimbro poderia ter oferecido tão somente um refresco através da sombra de sua copa acabei me enganado e ao mesmo tempo me surpreendendo com tamanho o cuidado de Deus com aqueles que Ele ama.
Descobri que esta árvore por muito tempo tem sido utilizada na fabricação de anti-séptico o que significa buscar elementos para a medicina fitoterápica que possa ajudar na cicatrização de feridas e pisaduras.
Quantos de nós quando passamos por momentos de solidão, fraqueza e medo tomamos a iniciativa de correr na busca de amigos que possam nos ajudar ou ao menos dar-nos uma palavra de conforto.
Chorando, com medo, agoniado, sozinho. Não importa! Eu quero um amigo zimbro. Se naquele momento Deus estava dando a oportunidade de Elias cicatrizar as feridas da ingratgidão assim não será diferente em nosso tempo.
Peço a Deus que sempre tenhamos um zimbro em nosso caminho. Não sei se em pessoas ou lugares que nos ajudem a cicatrizar feridas causadas por esta vida . Mas uma coisa é certa: Deus nos ama tanto que sempre nos dará o recurso certo para o momento adequado nos levando a entender que mesmo no deserto nada é por acaso.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Seja feita tua vontade!
Mateus - 6:9 - Portanto, vós orareis assim:
Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o teu nome,
vem a nós o teu reino,seja feita a tua vontadeassim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
perdoai-nos as nossas dívidas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
não nos deixei cair em tentação
mas livrai-nos do mal.
Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre.
Amém.
Esta oração certamente é a mais conhecida entre os adeptos do cristianismo, todavia, seu contéudo nos desafia a ter uma vida extramamente dependente de Deus.
Infelizmente minha geração ainda busca a Deus por causa de suas mãos, ou seja, por aquilo que Ele possa nos dar e não buscam mais o seu coração.
Ontem ouvi muito a voz de Deus a me questionar sobre o verdadeiro valor de sua vontade em minha vida. Entendo que é muito bom viver a abundância da fase do pão de cada dia, mas quero sempre que minha geração e eu estejamos prontos para conviver com a vontade de Deus, ainda que esta esteja na contra mão dos meus sonhos e anseios.
Mas uma coisa é certa Martinho Lutero expressou o valor de se deixar a vontade de Deus prevalecer em nossa existência nos fazendo acreditar ainda mais que vale a pena deixar esse Deus conduzir nossas expectativas: " Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi tudo; mas tudo o que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo."
Que isso nos motive a entender que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita.
Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o teu nome,
vem a nós o teu reino,seja feita a tua vontadeassim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
perdoai-nos as nossas dívidas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
não nos deixei cair em tentação
mas livrai-nos do mal.
Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre.
Amém.
Esta oração certamente é a mais conhecida entre os adeptos do cristianismo, todavia, seu contéudo nos desafia a ter uma vida extramamente dependente de Deus.
Infelizmente minha geração ainda busca a Deus por causa de suas mãos, ou seja, por aquilo que Ele possa nos dar e não buscam mais o seu coração.
Ontem ouvi muito a voz de Deus a me questionar sobre o verdadeiro valor de sua vontade em minha vida. Entendo que é muito bom viver a abundância da fase do pão de cada dia, mas quero sempre que minha geração e eu estejamos prontos para conviver com a vontade de Deus, ainda que esta esteja na contra mão dos meus sonhos e anseios.
Mas uma coisa é certa Martinho Lutero expressou o valor de se deixar a vontade de Deus prevalecer em nossa existência nos fazendo acreditar ainda mais que vale a pena deixar esse Deus conduzir nossas expectativas: " Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi tudo; mas tudo o que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo."
Que isso nos motive a entender que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Perdendo ou Ganhando?
Isaias 6:1 - “No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo”.
Com alguns acontecimentos que se passaram minha mente me reportou a passagem de Isaías .Aparentemente você pode estar pensando em que momento essa passagem há nexo com a fase em que uma pessoa possa estar vivendo. Observe: Uzias era o tio querido do profeta Isaias, ou seja, aquele que apadrinhou seu sobrinho por alguns anos para constituí-lo como profeta sobre a nação mesmo que a chamada teria vindo de Deus. Com isso Isaias se sentia forte, valente e audacioso ao ponto de sempre manter seu dedo apontado como um acusador e juiz dos pecadores de seu tempo. Mas o tempo passou e a vida deu suas voltas e Uzias o tio – rei morreu, destruindo assim todo o alicerce profético que mantinha a coragem de Isaias. Porém foi neste contexto que Deus entra no palco da vida de Isaias para mostrá-lo que sua dependência não deveria galgar-se em circunstâncias, mas somente no grande Eu Sou. É através da vida deste profeta que tenho compreendido em Deus que há momentos em nossas vidas que precisamos perder ou deixar de ganhar coisas que tanto apreciamos ou esperamos ter a oportunidade desfrutar, para que a boa vontade do Criador nos leve a viver a plenitude do cumprimento da promessa. Depois que Isaias experimentou perder o rumo, ou seja, viver um mal menor por um bem maior, mesmo que essa não era a vontade dele, mas um ensino de Deus, agora o profeta não mais tem um dedo acusador de maneira extrínseca, mas seu dedo volta-se contra si próprio, ou seja, ele diz: “Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos”.
Entenda que Deus é um Pai que para que possamos aprender algumas coisas Ele mesmo cria situações e nos coloca dentro delas para que de fato nossas experiências sejam reais e verdadeiras ao ponto de que no momento da vitória lembremo-nos de que toda adoração deve ser dada ao dono da situação. Tudo é uma fase e a vida é assim, um dia agente deixa de ganhar, mas no outro certamente receberemos em dupla honra. O momento que Deus esta ministrando sobre as nossas vidas é esse. Parece que nossos sonhos são irrelevantes para Deus, mas isso não é verdade, simplesmente Ele esta priorizando a vontade Dele, afinal, os pensamentos de Deus não são para nosso passado ou presente, são pensamentos muito maiores e muito além. Agüenta, estou contigo na mesma dor. Tem vezes que Deus nos tira aquilo que Ele mesmo me deu. Mas vale a pena ser fiel a Ele até o fim.
Ele será nosso galardoador.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Na clínica estética!
Por muitas vezes pensamos em momentos de nossas vidas como fases em que nos deparamos como se estivessemos trancafiados dentro de uma caverna, ou então passando por um deserto e até mesmo sozinhos em vales. Mas estive pensamento em uma pregação que ouvi que me fez entender os momentos em que entramos dentro de uma verdadeira clínica de estética. Seguindo esse raciocínio parei para tentar calcular o tempo em que muitas pessoas gastam arrumando seus cabelos, tratando suas unhas ajustando algumas marcas de expressão facial e entre outras coisas tentam insistentemente melhorar sua imagem para se apresentar às pessoas ou então para no mínimo se sentirem melhores e mais realizadas. Olhando para a bíblia vejo Ester, aquela que já havia nascido como uma estrela, passando por um duro processo de seleção para escolha de uma nova rainha para servir de esposa ao rei Assuero. Sua eleição já seria certa, pois Deus já havia lhe predestinado a brilhar, mas para que Ester fosse a rainha de fato e de direito teve que conhecer o processo da clínica estética de Deus. Nesse processo a bíblia diz que foram doze meses de espera, aperfeiçoamento e embelezamento. É fato que Ester era moça mui bela, mas precisa aprender que lhe dar com o tempo de espera para assumir de fato seu posicionamento na realeza. E quantas vezes temos plena consciência de nosso preparo, mas ainda assim somos levados pelo próprio Deus a um embelezamento para sermos ainda melhores. Todo o processo de aperfeiçoamento e embelezamento tem seu preço. Tempo, gastos, calor, desgaste e paciência. Hoje a experiência que mais tenho aprendido em Deus é: Todo processo de espera em Deus vale a pena, pois é nele que nos tornamos mais belos aos olhos do Rei. Por mais que seja doloroso vamos aguardar. As ações de meio são incomodas, mas podemos estar seguros nas mão do esteticista Jesus Cristo porque nas mão Dele esta o resultado da nossa perfeição.
Desertos, vales e covas que nada! Passemos pela clínica estética de Deus.
Desertos, vales e covas que nada! Passemos pela clínica estética de Deus.
sábado, 9 de agosto de 2008
Ainda não acabou!
II Coríntios – 4:9 – “Temos muitos inimigos, mas nunca nos falta um amigo. Às vezes somos gravemente feridos, mas não somos destruídos”.
Nessa manhã quando estive lendo a palavra de Deus, encontrei em minha casa uma bíblia escrita na Nova Tradução da Linguagem de Hoje e la me deparei com um texto que falou ao meu coração de maneira tão surpreendente que me fez entender que ainda não é o fim da batalha.
Certamente por inúmeras vezes já passamos por essas palavras do Apóstolo Paulo sem nos atentar a essência da visão de Deus ao nosso respeito, porém gostaria que olhasse sua vida enquadrada dentro dessa outra tradução bíblica que encontrei.
Muitos de nós fomos e somos treinados em nossas almas dentro de nossas igrejas para vivermos como verdadeiros tanques de guerra, passando por cima de tudo como se nunca tivéssemos tido a oportunidade de experimentar o que é sentir-se fracos, solitários e feridos. Na verdade temos visto uma geração de aparências de fortalezas exteriores que quando se encontram com o Todo Poderoso em seus momentos de clamores, expressam apenas uma alma que sempre lutou sem ter tempo para admitir que precisamos sentir o cuidado Daquele que possui o verdadeiro bálsamo para nos curar.
Porém ainda não é o fim. Não é momento de bandeira branca para nossas batalhas e nem o último Round para nossas lutas. Estar ferido não significa que perdemos toda a guerra.Parar, baixar a guarda, retroceder e desistir não é a visão que Deus anseia ter ao nosso respeito.
O projeto e estratégia de Deus para nós, dentro de nossas pelejas, é que quando nos sentirmos fraquejando diante dessas coisas, que de fato acreditemos que “nessa peleja não teremos que pelejar”. Nesse momento o próprio Pai dobra as mangas e luta a nossa guerra e mostra a todo o universo que o seu braço forte esta ao nosso favor.
Diga aos seus dias maus e as dificuldades da vida que frustram sua esperanças que podemos ser feridos, mas não abandonamos na guerra.
Que a cura esteja sobre nossas vidas e que voltemos para a guerra muito mais treinados, para que de uma vez por todas seja dado um basta para a derrota, e a virada na situação alcance cada um de nossos passos.
Somos predestinados a vencer. Não importa o processo a ser traçado até pódio, mas o que importa é o resultado final.
Vencer!
Nessa manhã quando estive lendo a palavra de Deus, encontrei em minha casa uma bíblia escrita na Nova Tradução da Linguagem de Hoje e la me deparei com um texto que falou ao meu coração de maneira tão surpreendente que me fez entender que ainda não é o fim da batalha.
Certamente por inúmeras vezes já passamos por essas palavras do Apóstolo Paulo sem nos atentar a essência da visão de Deus ao nosso respeito, porém gostaria que olhasse sua vida enquadrada dentro dessa outra tradução bíblica que encontrei.
Muitos de nós fomos e somos treinados em nossas almas dentro de nossas igrejas para vivermos como verdadeiros tanques de guerra, passando por cima de tudo como se nunca tivéssemos tido a oportunidade de experimentar o que é sentir-se fracos, solitários e feridos. Na verdade temos visto uma geração de aparências de fortalezas exteriores que quando se encontram com o Todo Poderoso em seus momentos de clamores, expressam apenas uma alma que sempre lutou sem ter tempo para admitir que precisamos sentir o cuidado Daquele que possui o verdadeiro bálsamo para nos curar.
Porém ainda não é o fim. Não é momento de bandeira branca para nossas batalhas e nem o último Round para nossas lutas. Estar ferido não significa que perdemos toda a guerra.Parar, baixar a guarda, retroceder e desistir não é a visão que Deus anseia ter ao nosso respeito.
O projeto e estratégia de Deus para nós, dentro de nossas pelejas, é que quando nos sentirmos fraquejando diante dessas coisas, que de fato acreditemos que “nessa peleja não teremos que pelejar”. Nesse momento o próprio Pai dobra as mangas e luta a nossa guerra e mostra a todo o universo que o seu braço forte esta ao nosso favor.
Diga aos seus dias maus e as dificuldades da vida que frustram sua esperanças que podemos ser feridos, mas não abandonamos na guerra.
Que a cura esteja sobre nossas vidas e que voltemos para a guerra muito mais treinados, para que de uma vez por todas seja dado um basta para a derrota, e a virada na situação alcance cada um de nossos passos.
Somos predestinados a vencer. Não importa o processo a ser traçado até pódio, mas o que importa é o resultado final.
Vencer!
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